FAT
Teste de aceitação antes do campo
Verifica funções acordadas em ambiente controlado, com casos de teste, versões identificadas, evidências e pendências classificadas antes de consumir a janela de planta.
Serviço · FAT, SAT e startup
Comissionar automação não é apenas testar I/O nem acompanhar a primeira partida. É demonstrar, com versões, responsáveis e evidências, que cada sistema está pronto para a próxima etapa — e que a planta sabe como interromper, retornar e sustentar a operação.
Vocabulário do projeto
Os nomes variam entre empresas. O importante é definir fronteiras, pré-requisitos, evidências e autoridade de avanço no plano e no contrato.
FAT
Verifica funções acordadas em ambiente controlado, com casos de teste, versões identificadas, evidências e pendências classificadas antes de consumir a janela de planta.
Pré-comissionamento
Confirma montagem, identificação, alimentação, aterramento, cabos, redes, painéis, instrumentos, documentação e condições de segurança conforme as responsabilidades definidas.
SAT
Valida o sistema integrado à infraestrutura e aos equipamentos reais: I/O, escalas, comandos, permissivos, intertravamentos, alarmes, tendências e interfaces.
Startup
Coloca sistemas e áreas em operação na sequência planejada, acompanha resposta do processo e registra desvios sem transformar ajuste operacional em alteração sem controle.
Estabilização
Trata pendências priorizadas, confirma desempenho dentro das condições testadas e entrega conhecimento, versões e documentação para a sustentação.
Entregáveis
A lista é ajustada ao porte, criticidade e fronteira do projeto. Ela ajuda a separar atividade de campo de evidência de engenharia.
Diagnóstico em campo
A primeira hipótese raramente deve virar a primeira alteração. Evidência temporal e fronteiras técnicas reduzem correções no componente errado.
Loop check, unidades, faixa, tipo elétrico, direção de falha e comparação entre campo, controlador e supervisão.
Separação entre permissivo de processo, intertravamento, segurança, comando, feedback, comunicação e condição mecânica.
Topologia, alimentação, fibra/cobre, redundância, configuração, diagnóstico de portas, perda de pacotes e correlação temporal.
Estado inicial, transições, temporizações, exceções, retomada, comando manual e informação apresentada ao operador.
Prioridade, causa, consequência, ação do operador, supressão válida, atraso, deadband e condições de partida/parada.
Baseline, autorização, registro da mudança, cópia de segurança, teste afetado e atualização da documentação.
Próximo passo
Cronograma, fronteira, documentos, acesso, segurança, fornecedores e autoridade de aceite precisam ser conhecidos antes de ocupar a janela operacional.
Envie arquitetura, lista de sistemas, cronograma integrado, matriz de interfaces e estratégia de testes já prevista.
Inclua base instalada, backups, janela, dependências, condição de painéis e processo, contingência e responsáveis pela operação.
Preserve logs, versões, alarmes, horários, alterações e sintomas. A correlação dessas evidências acelera a separação entre processo, campo, rede e software.
Envie local, datas, sistemas envolvidos, estágio da engenharia e fronteira esperada. A triagem verifica prontidão e define se o próximo passo é proposta de execução ou diagnóstico documentado.